Desenvolvendo potencialidades através da Arte


Este blog é um espaço para apresentar a Arteterapia e seus benefícios para a qualidade de vida humana e compartilhar os trabalhos e projetos que desenvolvo em Belém, capital da Amazônia, região repleta de beleza, arte, encantos, mitos e sons.

A Arteterapia é um processo terapêutico, um caminho para o autoconhecimento e o desenvolvimento do potencial criativo que existe em cada um de nós.

Uma técnica que é sustentada pelas teorias da psicologia analítica junguiana e, através do uso de recursos artísticos, como a pintura, a dança, a música e outras formas de expressão artística, possibilita um contato e um diálogo com nosso inconsciente.

Com o apoio de um Arteterapeuta, com formação e devidamente registrado em uma das Associações de Arteterapia do Brasil, seja de forma individual ou em grupo, o cliente pode encontrar consigo mesmo, trabalhar suas emoções e questões pessoais, assim como descobrir seu potencial criativo e buscar novos caminhos para si.

Oficina de Arteterapia com famílias


Oficina de Arteterapia realizada com famílias de alunos da Escola de Música de Urumajó, na cidade de Augusto Corrêa, interior do estado do Pará, através da ONG AmaZonArt. Nesta oficina, contei com a participação especial dos queridos músicos Paulinho Assunção (Percussão) e Renata Almeida (violão).
 


Por se tratar de ribeirinhos, utilizei a simbologia do barco para conduzir a atividade, o qual está muito presente na realidade destas famílias, para muitos como atividade de profissional, meio de transporte, de sustento ou lazer. E todos já viram ou estiveram em algum.
 O barco representa a jornada, a travessia, aventura e expedição. Como na jornada da vida, precisamos saber como conduzir este barco, atravessar as tempestades, a maré, saber em que porto queremos chegar, quem queremos que viaje conosco nesta embarcação. E, da mesma forma, saber lidar com o fato de que algumas pessoas entram e outras saem, algumas viajam por toda a vida no mesmo barco que nós, mas um dia precisam descer em algum porto, outras ficam apenas o tempo do próximo porto chegar.
 
Assim acontece com a nossas vidas, com as pessoas que viajam conosco, como os nossos filhos, que podemos conduzi-los até certo ponto, mas que a partir de um certo momento, eles precisam tocar seus barcos sozinhos.

Através da vivência da viajante embarcado, os pais podem construir seus próprios barcos, nomeá-los e dizer com quem eles viajam, em que porto querem chegar, pensar nos seus filhos e onde querem que cheguem, e, sobretudo, reconhecer a importância de apoiar os sonhos deles, pois assim como cada um dos pais participantes, seus filhos também têm suas próprias jornadas a cumprir.




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“Use o seu pincel e suas tintas, pinte seu paraíso e depois entre nele. Acredite na beleza dos seus sonhos e na sua capacidade de realizá-los!”